O Blog Radar Imobiliário do Estadão, publicou uma matéria sobre aluguéis diferentes de espaços para trabalho, e deu destaque à Gowork. Confira abaixo trechos da matéria:

Matéria exame

Enquanto o setor residencial do mercado imobiliário cresceu durante a pandemia, o segmento de imóveis comerciais e corporativos sofreu um baque. Segundo análise do marketplace Arbo Imóveis, o abre e fecha do comércio e a adesão ao home office nas atividades não essenciais, que fez com que muitas empresas abrissem mão de seus espaços físicos, foram os principais causadores de desaquecimento.

De fato, mais de 300 mil metros quadrados de imóveis comerciais foram devolvidos entre abril e dezembro do ano passado só na capital paulista, de acordo com a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC). Em março de 2021, o índice de desocupação era de 27,5%.

Espaços diferenciados

Com 93% de ocupação e expectativa de dobrar de tamanho a partir da fase verde do Plano São Paulo, a GoWork é outra que alçou voo com a alta da procura por coworkings e espaços de trabalho alternativos. A empresa planeja investir R$ 20 milhões para ampliar sua atuação na capital paulista, onde já opera 14 prédios, com cerca de 7 mil posições e mais de 5 mil clientes. O aumento da procura no período da pandemia foi de 300%.

Segundo o CEO Fernando Bottura, as empresas também estão saindo dos prédios tradicionais, que são custosos e engessados, para espaços mais flexíveis, que podem ser reduzidos ou ampliados. O carro-chefe da proptech (startup do setor imobiliário), que hoje representa mais de 90% dos contratos, é o formato “Built to Go”, em que uma única empresa aluga andares inteiros fora da área compartilhada, preservando sua identidade corporativa. O pacote conta com a equipe própria de engenheiros e arquitetos da GoWork para execução do projeto, customização de piso, forro e mobiliário, internet, telefonia, equipe de copa e suporte técnico operacional.