salas privativas

O número de salas privativas em espaços de escritórios compartilhados tem crescido assustadoramente. Segundo o Censo Coworking Brasil 2016, esse índice foi de 588%, atingindo 840 salas. Esse crescimento se deve pelo fato desse modelo unir dois mundos, a necessidade de privacidade e de ampliar o network. Isso sem contar no custo muito abaixo do que teriam com o aluguel de um escritório convencional.

Resultado disso é que diversos espaços estão investindo em salas privativas e com isso conquistando clientes que estão conhecendo conceitos de economia colaborativa.

O maior fluxo de mudança são as empresas de médio porte, porém, também já se observa uma migração de grandes corporações. Muito é resultado da percepção de que se leva um longo tempo e muito trabalho para gerenciar esse processo montagem e manutenção de um escritório, com isso a terceirização desses trabalhos se tornam algo viável.

Outro ponto positivo é o fato dos espaços serem preparados on demand, podendo o contratante solicitar personalizações que adequem o espaço as suas necessidades. Mas, para a viabilização desse processo é necessário e entendimento da real demanda de estações de trabalhos e as necessidades do cliente.

Existem casos de demandas que são absorvidas pelos próprios coworkings, como é o caso de salas comerciais menores e representações. Mas, existem casos nos quais há necessidade de estruturação de um espaço on demand. Nos quais os seguintes passos são seguidos:

1.Briefing – entender a necessidade e objetivo do cliente, quanto a localização, dimensão e infraestrutura do espaço.

2.Search – após entendimento das necessidades, são identificados imóveis nas localizações especificas com as características solicitadas no briefing. Apresentando diversas opções com detalhamentos dos prós e contras de cada opção.

3.Build – é realizado o processo de readequação e montagem toda estrutura necessária: obras (forro, piso, luminárias, vidros, paredes e divisórias), elétrica (dimensionamento elétrico de acordo com o consumo), lógica (infraestrutura lógica completa e  equipamentos), mobiliário (móveis operacionais, diretoria, lounge, copa, reunião e auditório), equipamentos (máquina de café, bebedouro, geladeiras, micro-ondas e outros)

4.Run – fornecimento da equipe para atividade meio, isto é, recepção, limpeza e técnicos de TI, para a gestão, manutenção e melhoria de operação.

Com esse processo se consegue uma otimização de processos e a entrega muito rápida dos espaços, atendendo médias e grandes corporações que buscam soluções de espaço, gestão e manutenção de escritórios no melhor custo benefício e nas principais capitais do país.