Adequação dos espaços de empresas geralmente são motivo de grande dor de cabeça para os empreendedores. As razões são sempre as mesmas: gastos excessivos, dificuldade com fornecedores e mão de obra, prazos apertados, falta de tempo para administrar a mudança e falhas nos processos de estruturação.

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Esse problema tem continuidade na pós montagem, com a necessidade de administrar a relação com o condomínio, terceirizados, atendentes e manutenção. Contudo, no mercado de imóveis já existem modelos de trabalhos que possibilitam a redução de grande parte desses problemas. Exemplo é o modelo Built To Go, oferecido pela empresa especializada em escritórios comerciais Gowork.

“A ideia é o uso da expertise que já possuímos na montagem de escritórios de qualidade para oferecer as médias e grandes empresas a possibilidade de mudanças sem traumas. Eles buscam definir os pontos que são mais interessantes e damos início a estruturação de um modelo de atendimento que supra todos os anseios”, conta o idealizador desse novo modelo, Fernando Bottura.

A experiência já vem sendo utilizada e aprovada por empresas inovadoras como Groupon, Uber, Nextel e Globo, para as quais os projetos foram montados de acordo com as reais necessidades. Outro ponto que vale destacar é que ao optar por tal modelo se obtêm relevantes ganhos, tem proporcionado reduções expressivas de custos, que chegam à 40%.

“A Gowork hoje se posiciona como uma empresa líder em seu ramo de atividade, tendo facilidades no desenvolvimento desses projetos, como é o caso de um staff especializado de profissionais que vão desde o administrativo até ae manutenção. Outro ponto é que todos os trâmites burocráticos, como a parte legal, já é habitual”, detalha Bottura.

Etapas do método Built to Go

Para que a montagem seja de acordo com a real necessidade, os processos são muito bem definidos, começando pelo entendimento das necessidades e objetivos do cliente, quanto a localização, dimensão e infraestrutura do espaço.

Posteriormente são identificados imóveis nas localizações específicas com as características solicitadas no briefing, apresentando diversas opções com detalhamentos dos prós e contras de cada uma.

O próximo passo é a montagem da estrutura necessária: obras (forro, piso, luminárias, vidros, paredes e divisórias), elétrica (dimensionamento elétrico de acordo com o consumo), lógica (infraestrutura lógica completa e  equipamentos), mobiliário (móveis operacionais, diretoria, lounge, copa, reunião e auditório), equipamentos (máquina de café, bebedouro, geladeiras, micro-ondas e outros).

Por fim, entregue a obra, ocorre o fornecimento da equipe para atividade meio, isto é, recepção, limpeza e técnicos de TI, para a gestão, manutenção e melhoria de operação. “É muito positivo ver que ao fim de todo o processo os resultados são positivos para todos os envolvidos, o que mostra que práticas modernas não significam necessariamente em aumento de custos, mas sim em otimização de trabalho”, finaliza Bottura.